Death Cab for Cutie – Plans (2005)

agosto 26, 2008 at 10:01 pm (Uncategorized)

O álbum Plans, do DCFC, rendeu vários prêmios desde o lançamento. Ficou em quarto lugar na Billaboard 200, ganhou certificado de álbum platina em fevereiro de 2008, e concorreu o Grammy de melhor álbum alternativo em 2006.

A banda continuou seguindo a mesma linha de trabalho dos demais álbuns, e músicas como “I’ll Follow You Into The Dark” e “Your Heart is an Empty Room” comprovam a qualidade das composições da banda.

Na versão japonesa do álbum, contém uma faixa bônus chamada “Jealousy Rides with Me”. Já na versão vinil do disco, foi a música “Talking Like Turnstiles” que veio como brinde. No iTunes duas faixas bônus foram inclusas no álbum, que são “Start Again” e “Bad Reputation”.

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Once Soundtrack (2007)

agosto 26, 2008 at 9:45 pm (acústico, alternative, trilhas sonoras)

O filme Apenas Uma Vez (Once), é um filme irlandês dirigido por John Carney. Gravado todo em Dublin.

A trama é entre dois músicos: Glen Hansard (que fora do filme, tem essa banda irlandesa famosa chamada The Frames) e Markéta Irglová. No filme, Glen é um artista de rua, e Markéta trabalha como vendedora de flores.

Eles se conhecem, e começam a tocar juntos, já que Markéta toca piano, etc etc etc. Tem todo um drama por trás, e o final não é nada convencional. As músicas geralmente são com violão e voz (de Glen, é claro) e são muito agradáveis.

Neste álbum, contém todas as músicas do filme. Sendo todas, tocadas e cantadas pelos próprios atores. Além de baixar o álbum, recomendo verem o filme. É fantástico e acaba de sair nas locadoras!

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City and Colour – Sometimes

agosto 26, 2008 at 9:32 pm (acústico, alternative)

City and Colour é o projeto solo de Dallas Green, guitarrista e backing vocal do Alexisonfire.
Dallas, em solo, segue uma linha completamente diferente da sua banda paralela.

Sem gritos, sem nada pesado, praticamente só violão e voz. O álbum foi lançado em 2005, e é sem sombra de dúvidas, o melhor trabalho de Dallas. Tanto que, ganhou certificado de platina no Canadá, e além disso, ganhou o prêmio de melhor álbum alternativo do ano de 2007, na Juno Awards.

Sometimes é aquele álbum que você gosta do ínicio ou fim, todas as faixas. Todas mesmo.

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Rage Against The Machine – Rage Against The Machine (1992)

agosto 26, 2008 at 9:18 pm (heavy metal, punk, rapcore)

O álbum de lançamento da banda Rage Against The Machine (RATM) foi ás lojas em novembro de 92′.
O disco abriu caminho para várias bandas do final da década de noventa, dando forte ênfase á assuntos politicos, mas com vocais parecidos com hip hop.
Quando lançado, o álbum estava nos gêneros funk e heavy metal, ao mesmo tempo.
Uma das músicas do álbum está nos créditos de um dos filmes da trilogia Matrix (“Wake Up”), e “Killing The Name” aparece nos jogos Guitarhero II, e no GTA San Andreas.
Em 2000, a revista Q megazine, colocou este álbum como um dos 50 álbuns mais pesados de sempre.
E em 2003, pela Rolling Stone, apareceu em 368º na lista dos 500 melhores álbuns de sempre.

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Conor Oberst (Projeto Solo/2008)

agosto 26, 2008 at 3:32 am (acústico, alternative, folk) ()

Álbum do novo projeto solo do Conor Oberst, do Bright Eyes. O álbum todo foi gravado no México, na região de Valle Mistíco. Conor escreve, compõe, toca e canta em todas as músicas no álbum. Músicas como Cape Canaveral, Danny Callaman, I Don’t Want To Die (in the Hospital), e SOULED OUT!.

As letras estão mais frias, e ao mesmo tempo (como sempre) muito bem escritas.

Neste álbum, Conor explora uma área mais mística, espiritual. Continuando com as mesmas raízes que o Bright Eyes tem, continua tão perfeito e acústico!

“O novo álbum é um dos melhores de sua carreira e, seguramente, um dos melhores de 2008”. (Revista O Grito!)

Conor, para divulgar este novo projeto solo, iniciou a tour na América Latina. Com shows na Argentina e Brasil.

It’s Conor Oberst, what else do I need to say?

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Hellogoodbye – Zombies! Aliens! Vampires! Dinosaurs!

agosto 26, 2008 at 2:50 am (alternative, californiana, eletronica)

“Zombies! Alienas! Vampires! Dinosaurs!” é o primeiro álbum da banda Hellogoodbye, lançado em 2006.

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Bright Eyes – I’m Wide Awake, It’s Morning

agosto 26, 2008 at 1:24 am (acústico, folk)

O álbum I’m Wide Awake, It’s Morning do Bright Eyes foi lançado em janeiro de 2005, pela Saddle Creek Records. A música “Lua”, que foi single do álbum, ficou em primeiro lugar na Billboard Hot 100 Singles Sales Chart. E a (mais conhecida) música “First Day of My Life”, teve o vídeo dirigido por John Cameron Mitchell. E “We are Nowhere and It’s Now” apareceu no filme Knocked Up, ano passado (2007).

O álbum tem alguns backing vocais femininos (como em We Are Nowhere and It’s Now), e as letras são incrivelmente pessoais, assim como todos os outros álbuns do Bright Eyes.

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Bright Eyes – Fevers and Mirrors

agosto 26, 2008 at 12:19 am (acústico, folk)

O álbum Fevers and Mirrors foi lançado em 2000, com a voz (nem tão boa) de Conor Oberst e com as notas de Mike Mogis e Nate Walcott.

O som de

Numa entrevista á uma emissora de rádio, Conor explica o álbum.  O álbum é cheio de simbolismo, tais como “Fever”, “Mirror”, “Scale”, e “Clocks and Calendars”.

“A febre (Fever) é basicamente algo que opressa você. Pode ser qualquer coisa. No meu caso é minhas neuroses, minha depressão… mas eu não quero ficar limitado á isso, com certeza isso muda de pessoa á pessoa. É qualquer coisa que te deixa acordado a noite”.

“E o espelho (Mirror) é, como você deve ter imaginado, auto examinação ou reflexão em qualquer forma. Pode ser vaidade ou auto aversão. Eu sei, eu sou culpado pelos dois”.

“A escala (Scale) é essencialmente as nossas tentativas de resolver nossos problemas quantitativamente através da lógica ou racionalização. Na minha opinião, é quase sempre infrutíferas, mas sempre… bem, nem sempre. Os relógios e calendários (Clocks and Calendars), é só… tempo. Nossa pouca medição. Está sempre nos perseguindo.”

E o entrevistador, após toda simbologia, pergunta sobre Arienette, uma suposta garota que Conor fala neste álbum.

Entrevistador: E sobre Arienette, como ela se encaixou nisso tudo?

Conor: Eu prefiro não falar sobre isso, em caso de ela estar ouvindo.

E: Ah, me desculpe. Eu não tinha percebido que ela é uma pessoa real.

C: Ela não é. Eu a inventei.

E: Ah, ela não é real então?

C: Tão real quanto eu e você.

E: Eu não acho que tenha entendido.

C: Nem eu entendo, mas após eu crescer, eu vou… Quero dizer, várias coisas não estão realmente claras para mim, neste momento.

E: Isso é interessante… Agora você mencionou sua depressão.

C: Não, eu não mencionei.

Enfim, o álbum é cheio de simbolismos e as músicas tem bastante influencia da depressão do Conor. Para quem não conhece Bright Eyes, é uma banda que começou em 1997, e até hoje ainda grava discos. O último foi o Cassadaga em abril de 2006. Sem ser o Noise Floor, que tem as raridades do BE, que foi lançado em outubro de 2006.

Além da música Arienette, a Haligh, Haligh, A Lie, Haligh também é bem pessoal. Conor deixa bem claro sua decepção nos versos de Haligh.

Palavras nunca descreveriam Bright Eyes, para mim, pelo menos. O melhor é baixar e ver o que vocês acham.

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Dashboard Confessional – Mtv Unplugged

agosto 25, 2008 at 9:29 pm (acústico, mtv unplugged)

O melhor álbum do Dashboard Confessional, na minha opinião. Não que os outros não sejam bons, acontece que nesse, todas as músicas ficaram tão boas e a platéia canta tão alto quanto o Chris.

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